26 de maio de 2011

Cadê?

Cadê as idéias? As palavras perfeitas para este bloco de papel? Onde estão? 

Inspiração, te quero agora! Disposição, te preciso já! E continua a pergunta: as idéias, onde foram parar?

20 de maio de 2011

Capital simbólico sem chocolate

Sete perfis no twitter, quatro blogs e duas páginas no facebook. Livros, pesquisas, conversas na busca de um capital simbólico chamado "Título Acadêmico". Estes têm sido os elementos da nova rotina que adotei. E isso tem dificultado minha presença aqui no Oliveiranalu. Vou me esforçar mais para que esse abandono não vire moda.


Pra iniciar o papo, estive em Brasília na semana passada e vi muita coisa interessante para a minha pesquisa. Em um outro post, falarei mais detalhadamente sobre ela. Envolve política, cidadania e redes sociais. Sim, eu continuo interessada em política e não vou parar tão cedo. É algo que me acompanha desde criança. 

Foi lindo enquanto durou...
Agora estou com uma certa intolerância a maior delícia do universo: chocolate. Tenho passado mal (muito mal) ao ingerir esta maravilha que me acompanha desde bebê. Não vou dizer como é este mal estar para não prolongar o assunto. Só Deus sabe o quanto amo este derivado do cacau; mas, amo minha saúde mais que chocolate. Não tenho direito de ficar "grilada" com isso porque fui avisada muitas vezes que o consumo de chocolate estava além da conta: quilinhos a mais, hipoglicemia (porque o chocolate acelera a produção de insulina, que quebra o açúcar), gastrite e agora, isso.

Minha luta contra a balança segue bem. Estou respeitando meus limites e já cheguei aos 70kg e por ter 4 dias maravilhosos de feriado, voltei para 72kg. Sem neura, sem stress. Jogando o jogo do contente, essa intolerância vai me ajudar a jogar fora esses incômodos pesos excedentes. Amém!

Fiz as pazes comigo mesma. Isso tá no post "Ousar lutar.Ousar vencer". Selei a paz comigo mesma. Como isso faz bem! Recomendo que todo mundo faça o mesmo. Não há nada melhor que ficar numa nice com quem realmente importa: você!

Até breve!

AnaLu.

12 de maio de 2011

AnaLu Oliveira: goiana congelada no DF

"Dizia ele: 'estou indo pra Brasília, nesse país, lugar melhor não há...". Certamente, João de Santo Cristo ouviu esta frase numa época que Brasília não estava esse cubo de gelo. Como está frio aqui! E o quê, eu estou fazendo aqui?

Cá estou para participar do IV Consegi (Congresso Internacional de Software Livre e Governo Eletrônico), na ESAF ( Escola Superior de Administração Fazendária), que fica ao lado do Jardim Botânico. 
Participar deste Congresso tem sido ótimo; meus objetos de estudo estão todos aqui - tecnologia, governo e cidadão. O tema desse ano é: "Dados abertos para a Democracia na Era Digital."

Apesar dos 19º graus - que mais parecem O graus - minha temporada na capital federal tem sido muito boa! Não vou continuar o papo, porque o frio não permite que meus dedos digitem por muito tempo.

Estou congelando! E isso não é exagero.

Abraços gelados




29 de abril de 2011

Ousar lutar. Ousar vencer.

É uma ousadia lutar e vencer. E é uma ousadia necessária. Passar por cima das dúvidas, dos medos, das opiniões negativas para chegar ao tão sonhado objetivo. Nem sempre na chegada, a gente encontra o objeto desejado. Aí bate um desânimo, arrependimento por ter se esforçado tanto. Então, ou a gente tenta de novo por um outro caminho ou desiste de vez. Desistir também é ousadia. Reconhecer que nem sempre o que queremos é o que devemos ter ou ser. Faz parte desse lindo processo chamado amadurecimento do espírito. 

Por que não acreditar?
Eu desisti muitas vezes de muitas coisas. Também já lutei por muitas coisas, diversas vezes. De uns tempos pra cá, desisti de tantas coisas, tantas pessoas; abandonei sonhos, pessoas, oportunidades. Abandonei a mim mesma. Pensei muitas vezes que meus sonhos eram utopias, meus objetivos eram inacessíveis e as pessoas, merecedoras de uma melhor companhia. 

Mas, quer saber? Isso não é ousadia. Se derrotar não é ousado, é burrice. Tolice pura. E eu, não estou disposta a ser burra e derrotada! Afinal, eu nasci pra vencer. Pra lutar, para ousar. Cá estou, para o melhor da festa, para dar o golpe final no baixo astral, para sorrir e vencer. 
S E M P R E ! 

Talvez não seja fácil vencer essa onda down, mas estou disposta, preparada e bem amparada. Papito e Mami, maninhos, amigos: obrigada por não me deixarem sozinha nesse ring!

Obrigada!

Obs.: no feriado, li um texto muito legal do Pe. Fábio de Melo. Confira aqui

13 de abril de 2011

Meus maninhos, minha vida!

Irmãos são pessoas que amamos e odiamos. Para os mais velhos, são perturbadores daquela vida tranquila cheia de atenção e exclusividade; para os caçulas, são os opressores, os chatos que podem tudo enquanto eles não podem nada. Eu sou a mana mais velha de um trio de belos rapazes e claro que já vi meus queridinhos como intrusos. Mas eu os amo incondicionalmente. Por eles, já briguei com moleque na rua, na escola, enfrentei homem mais velho e sou capaz de enfrentar o mundo, se preciso for. 

Nossa relação é tranquila; claro, a gente briga, discute, manda o outro tomar naquele lugar. Mas isso é de vez em quando, e atire a primeira pedra quem nunca fez isso. A gente cuida um do outro, cada um a seu modo. Seja censurando minhas roupas, fazendo perguntas indiscretas ou simplesmente não perguntando nada, um cuida do outro sempre. 

Daniel, Lucas e Estevão para o mundo. Dani, Seu véi e Lhê pra mim. Amo vocês, meus queridos intrusos!
 

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