29 de outubro de 2013

Bora sambar pelo bem dos animais!

People, tá na hora de ajudar alguns bichinhos. E ajudar de um jeito gostoso, divertido e bacaníssimo! A Aspaan (Associação Protetora e Amiga dos Animais) promove no próximo dia 03, a terceira edição do Samba bom pra cachorro, lá na Confraria Gamboa. O ingresso custa R$ 10,00 e toda a renda será usada para construir um novo abrigo para os animais que vivem na Associação.


Agora, se você quer ajudar a Aspaan sem sambar,tem um outro jeito: faça doações. Se você tiver materiais de construção, será super bem-vindo. Se puder doar algum dinheiro, também será good! Os dados bancários da Aspaan

Caixa Econômica Federal - Banco 104
Agência: 0996
Operação: 003
Conta: 1310-3
ASPAAN AMIGA DOS ANIMAIS CNPJ 07.240.442/0001-54

Ajudaê, people!

;)

AnaLu Oliveira


19 de outubro de 2013

1 ano de vida sugar free: a vida doce que eu amo!

365 dias mais leves, suaves e melhores. 365 dias mais felizes e mais doces. Os melhores 365 dias da minha vida. Há exatos 365 dias atrás, o diagnóstico foi impactante: intolerância a glicose, uma pré-diabetes. Nada de doces, redução de carboidratos, inclusão de exercícios físicos e freio no estilo de vida. A mim restou duas escolhas: seguir a vida e virar diabética ou aceitar minha nova situação. Escolhi a segunda alternativa.


Pra que vocês entendam: se eu não cuidasse, essa intolerância se transformaria em diabetes tipo 2. A insulina é produzida porém, ela tem resistência a glicose. É como se a insulina se recusasse a fazer seu trabalho. Daí, a glicose aumenta e a única alternativa é tomar uma série de remédios. Cerca de 30% dos brasileiros tem essa intolerância. A dieta é de um diabético, pois é preciso controlar a glicose, já que não há nada a ser feito pra que a insulina volte a ativa. Quem tem pré diabetes tem que ficar de olho na alimentação e principalmente, no acúmulo de peso na barriga. Quanto mais resistente a insulina fica, maior o crescimento do "pânceps". E isso significa que a glicose tem mais chances de ficar mais alta.

Eu escolhi mudar hábitos alimentares, mudar a vida. Eu escolhi antes que a diabetes me escolhesse.Eu escolhi mudar tudo. O que ganhei com tudo isso? Uma vida melhor e mais feliz!

Em 1 ano, descobri que comer legumes e verduras é muito bom! Perdi 16 quilos, saí do manequim 46 para o 38 e tive que mudar todo o meu guarda roupa #amei. Fui dançar street dance, conheci Ouro Preto, escrevi artigos.E não me privei de ir em pizzarias com amigos, fui a 3 festas de criança, festei muito no Natal e Ano Novo e não fugi de nenhum almoço de domingo com a família. Eu não deixei de viver. Eu descobri que há um mundo melhor depois do arco-íris de chocolate. Muito melhor!


E agora, o que fazer nos próximos 365 dias? Continuar feliz e contente na minha vida sugar free! A vida mais doce que eu poderia ter :)

#OhGlória

AnaLu Oliveira

10 de outubro de 2013

Ao filho que ainda não veio

Querido filho/filha,

Antes de qualquer coisa, gostaria de dizer que já te amo muito sendo você ainda um sonho meu. E é esse amor que me motiva a alcançar alguns objetivos pessoais antes da sua chegada. Muita gente tem exigido a sua vinda, alguns chatos me chamam de "tia", "velha", só porque optei aos 27 anos investir mais na minha carreira (e ter melhores condições financeiras) antes de trazer você a este mundo. 

Não sei se você será um menino ou uma menina, mas você já tem nomes e é muito esperado pelos seus avós corujas, "cobrado" pelos seus tios e muito amado por mim. Por te amar muito,sei que você não é uma "meta de venda" ou uma obrigação. Você é minha escolha. Eu escolhi ser sua mãe e escolhi que este não é o momento pra gente se conhecer. 

Tenho que conquistar algumas coisas antes de partir para a maior missão da minha vida: cuidar de você e fazer de você um cidadão de bem. Te dar toda a orientação possível pra que você siga o seu caminho de forma autônoma e responsável. O resto, já será com você e a mim caberá apenas torcer para que você seja feliz.


Um dia a gente se encontra! E pode ter certeza: será o dia mais feliz da minha vida :)
E enquanto esse dia não chega, você continua no meu sonho e no meu coração.Aliás, no meu coração você ficará pra sempre. 

Beijos,

Mamãe.

4 de outubro de 2013

4 de outubro - dia internacional da felicidade!

Não é mais um aniversário, mais um dia de festa repleto de abraços e cumprimentos. Esse 4 de outubro é muito especial pra mim, mais que os outros que eu já comemorei. Porque a Ana Luiza que sou hoje é fruto de uma decisão importante que tomei no último 4 de outubro. Resolvi mudar, olhar pra mim, dar atenção aos meus problemas e solucioná-los. Descobri um problema de saúde que tem sido a melhor alegria da minha existência. Assumi meu lado Pollyana e mandei a Thalia chorar em outra freguesia. Aprendi a sonhar menos e viver mais. Sabe esse lance de se jogar e aproveitar o melhor que a vida tem? Então, é isso! 



Hoje, sou uma nova Ana Luiza, que se conhece, entende, se aceita e busca superar suas más inclinações. Sou a Ana Luiza que abraça todas as crianças bochechudas do mundo, que chora quando vê o Titanic, que fica rouca com os jogos do Timão. Tem coisas que não dá pra mudar, né gente? Mas sou também a Ana Luiza que provou pra si mesma que ser otimista é possível. A Ana Luiza que acredita na vitória do bem em todos os momentos. A Ana Luiza que aprendeu que a vida é muito curta pra lamentações e chororôs :( 

Por tudo isso, eu estou feliz e empolgadíssima por chegar aos 27! Ok se você é desses que lamenta por ficar velho. Ficar mais velha faz parte (bjo, mãe natureza!) e isso, qualquer um consegue. Ficar mais velha e mais sábia, dona de si e completamente feliz consigo mesma...ah, isso é pra poucos!

Feliz 4 de outubro, Braseeeel!
Pra todos nós :)

AnaLu Oliveira

10 de setembro de 2013

Sobre famosos mortos e o respeito perdido

Uma discussão, um tiro e pronto: lá se vai para o "andar de cima" mais um pai de duas filhas, trabalhador carismático, filho carinhoso, irmão querido. Você ao ler esta descrição, perguntará quem é. Esta semana, esse cara é o Champignon, baixista do Charlie Brown Jr e líder do grupo A Banca, mas poderia ser qualquer um de nós. Como fã das duas bandas e admiradora do talento que Champignon tinha, lamento muito a morte dele. E há milhares de pessoas que estão como eu: tristes com a morte de um cara que participou de suas vidas de um jeito particular e importante. 


Aí vem um monte de gente julgá-lo e classificar sua morte como "ato de covardia e fraqueza". Julgam os fãs de Champignon de bestas por chorar por alguém que não sabia da existência deles. A morte é triste para ricos, famosos, pobres e anônimos. Exemplo disso é o caso da família Pesseghini. Uma história assustadora e muito triste. O garoto era famoso? Não! A família era famosa? Não. A história deixou de ser triste por isso? Não. Todos os dias, há desencarnes tristes e horripilantes, mas nem por isso, devemos perder a doçura e o respeito por quem se foi e por aqueles que choram a ida de alguém querido, seja famoso ou não.


Uma pessoa pública morta não vale menos que um anônimo morto. Ambos deixam saudade no coração de quem os admirou durante uma vida inteira. Ambos merecem respeito. Você julga o suicídio do Champignon, mas já parou pra pensar na vida covarde que vem levando? 

Respeite o pai, trabalhador, filho, irmão e esposo que o Champignon era. Respeite as lágrimas dos fãs. E principalmente, vá cuidar da sua vida! Visite aquele amigo que você não vê há muito tempo, dê atenção aquela pessoa que quer falar e não tem quem a escute. Vá viajar, conhecer outras culturas. Viva para ser feliz, não viva em vão. 

#RIPChampignon

AnaLu Oliveira
 

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